AS FORÇAS ARMADAS HOMENAGEAM AS VITIMAS DO MONTE TCHOTA

As Forças Armadas realizaram uma cerimónia de homenagem ao 1º Aniversário do falecimento dos militares e civis em Monte Tchota, com uma missa celebrada pelo Cardeal Bispo de Santiago, Dom Arlindo Furtado, na Igreja de Rui Vaz, seguida de descerramento de uma placa alusiva ao acontecimento e colocação de coroa de flores no monumento, no dia 25 de Abril de 2017.

 

O ato de descerramento da placa de homenagem aconteceu no Destacamento de Monte Tchota, na localidade de Rui Vaz, Concelho de São Domingos no mesmo dia, e foi presidida pelo Ministro da Administração Interna, Dr. Paulo Augusto Costa Rocha e o Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas (CEMFA), Major-General Anildo Emanuel da Graça Morais.

 

Ressalta ainda que durante a cerimónia foram proferidas três intervenções, a primeira do camarada Fuzileiro em homenagem aos companheiros que tombaram em serviço da pátria, o do CEMFA e para encerrar o do Ministro da Administração Interna.

Na sua mensagem o camara Fuzileiro menciona o laço que lhes unia o espirito de corpo e a força

O chefe de Estado-Maior das Forças Armadas (CEMFA), na sua intervenção engrandeceu a presença dos familiares, dizendo que “as Forças Armadas com 50 anos de história recheada de simbolismo e de valores patrióticos, jamais se esquecerão dos seus filhos, principalmente daqueles que, em consonância com o juramento prestado perante a Bandeira Nacional, deram a vida em defesa da pátria”.

Afirmou ainda que, depois de um ano do acontecido de Monte Tchota, juntaram-se aos familiares para partilharem a “dor e a fé” através de uma homenagem e uma missa.

O ministro da Administração Interna na sua alocução considerou que o incidente que aconteceu há um ano, “não deve beliscar as Forcas Armadas (FA)” reforçando que este lamentável episódio que ora se recorda, insano e refletido, não deve, contudo, beliscar a grandeza da instituição, Forças Armadas, que tudo tem feito para corresponder às ansiedades e expectativas do povo cabo-verdiano”.

Ainda durante a sua intervenção fez questão de encorajar os familiares e conhecidos dos falecidos com palavras, que segundo ele, devem servir para reforçar a coesão nacional para um “consolo pequeno”, todavia puro que todos gostariam de passar àqueles que perderam os seus familiares.

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